segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Vida.

        O que é a vida?  Eu vivo me perguntando isso nos momentos de reflexão. Então imagino, temos nós, o direito de saber o que é tudo "isso"? Ou o nosso trabalho terrestre se resume simplismente em viver sem perguntas? E se não existisse o ponto de interrogação? Como viveríamos? Que triste. Eu não sei o que seria de mim. O que seria da vida se soubéssemos como viver? Não teríamos amores, dores, proezas, tristezas, sucessos, fracassos, momentos, lamentos... Seria fácil! Tudo com o manual de instruções: Faça isso! Diga isso! Seria a melhor coisa do mundo não!? Só felicidade! Tudo o que queremos, do jeito que queremos. É só fazer como manda o manual, tipo livro de receitas!
NÃO! Eu lá vou ler um livro me ensinando como viver? Aaaaaaaaaaaaah nem a pau. I'm out! Não quero, nem vou viver dessa maneira óbvia. Eu prefiro manter as minhas absolutas e lindas incertezas. Curtir os meus momentos de indecisão, e achar que cada passo novo é um balão cheio de surpresas pronto para estourar. Rir das minhas idiotices, rir das minhas escorregadas, dos meus tombos, das palavras que escaparam para pessoas erradas nas horas erradas, dos meus gestos e sentimentos, das minhas crises. Quero chorar até faltar lágrimas e só restar caretas e soluços, brigar mil vezes, e pedir perdão por isso outras 2 mil...Eu odeio esses momentos. Mas são momentos. São os MEUS momentos. 5 horas de um dia que possui 24. E eu ainda reclamo!? Que absurdo. Vou continuar na tentativa de me inspirar na borboleta, que apesar da fragilidade surpreende pela beleza! Eu quero é viver!!! Viver do meu jeito. Intensa, mas de verdade. Prefiro uma semana de drama, a um mês de falsidade.

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